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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Supernatural, 6x15. "The French Mistake"

"Misha, Jensen? O que há de errado com os nomes neste lugar?" - Dean

Uma série em plena 6ª temporada com certeza descobriu seu foco, sua estrada a seguir e, somente durou tanto tempo, porque criou empatia entre seus fãs e seu estilo de fazer televisão. Com tanto tempo no ar, é muito raro ver uma série que tem a coragem de ousar, de modificar completamente sua marca, sua tatuagem televisiva e seguir por novos rumos.

Foi isso que fez Supernatural. Uma série que, como já dissemos aqui, já respira com a ajuda de aparelhos e, a bem da verdade, já passou do tempo de ser cancelada. Mas mesmo assim, é muito prazeroso saber que a série ainda tem fôlego e coragem para arriscar, mudar e tentar mostrar um lado diferente para seu público.

Foi exatamente isso que aconteceu em "The French Mistake" um dos episódios mais deliciosos da história da série e, sem dúvida, o mais ousado que a coloca fácil no top 10 da série e, pela ousadia, coloca também entre os melhores da atual temporada americana. O episódio, focado apenas no humor, levou os irmãos Winchester a um universo paralelo em que eles se chamavam Jensen e Jared, dois atores que filmam a sexta temporada de um show chamado Supernatural. Tem coisa mais criativa que essa?

Toda a seqüência com os dois se descobrindo atores, ricos, sabendo que nem amigos são e que mal se falam, e, mais, que neste universo, Sam é casado com a "fake" Rubi, foi genial e absolutamente divertida. Os roteiristas conseguiram criar elementos espetaculares que prenderam o telespectador o tempo todo diante do televisor por todos os 43 minutos de episódio. Tudo muito bom.

É bem verdade que o episódio não acrescentou nada, ou quase nada, para o seguimento da temporada, mas quem se importa? Com tamanha criativa, a série tem um desconto e pode se dar ao luxo de apresentar um episódio assim. Além do que, os diálogos entre Dean e Sam estavam hilários e tem outro destaque. Trata-se de Misha Collins, disparado o melhor ator do elenco. O ator compôs seu personagem de forma genial e ainda interagiu com o público pelo twitter, afinal, tudo que ele twittou no programa, está mesmo em seu perfil oficial. Misha sendo Castiel é espetacular e Misha sendo Misha foi genial. O cara manda muito bem.

Não sei qual será a continuação de Supernatural que, provavelmente, deverá voltar a ser ruim nesta temporada sem histórias, porém, o episódio foi excelente e muito bem bolado. E serviu também para mostrarque, o ideal, seria um spin-off com Castiel e a guerra civil no céu.

☺☺☺☺

Por Daniel César

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Supernatural, 6x14. "Manequin 3: The Reckoning"

"Então temos um fantasma dando uma de... Chucky?" - Dean

O que acontece quando uma emissora transforma uma de suas séries favoritas numa bela porcaria e todo desânimo em assistir toma conta de você? É difícil decidir se devemos continuar ou abandonar a produção, tentando simplesmente manter a boa lembrança da época em que gastávamos horas de expectativa aguardando a legenda e assistíamos com prazer.

Dizer isso de Supernatural é extremamente doloroso, mas um retrato fiel da verdade. A 6ª temporada não consegue se acertar e muito menos conduzir para uma história que chame a atenção, principalmente porque são duas histórias paralelas andando em direções completamente opostas, sem contudo ter a agilidade que a série sempre apresentou.

Além disso, os plots semanais estão cada vez mais irritantes e sem nexo, não lembrando nem de longe a criativa produção que nos acostumamos. "Manequin 3: The Reckoning" foi exatamente isso. Disparado o pior episódio de Supernatural, o foco principal tratou de um espírito vingativo que se apossava de manequins, no melhor estilo Chucky para se vingar dos responsáveis por sua morte.

Como se não bastasse essa bobagem sem fim, ainda fomos obrigados a aguentar Sam sem lembranças do inferno e ainda dando zilhões de sermões em Dean por conta da preocupação do irmão, tudo muito chato. A única coisa que salvou o episódio foi os conflitos de Dean, a presença dele na casa de Liza a pedido de Ben e o sensacional diálogo entre ele e Ben. Aliás, o menino adora o ex-padrasto e sonha em ser como ele, está claro isso.

Por fim, em meio a tantas bobagens, ainda ter que encarar o tal espírito vingativo não desaparecer quando Sam queimou seus ossos simplesmente porque, em vida, a moça havia doado um rim para a irmã mais nova e estava "apegado" a ele. Incrível, não? Deprimente, na verdade. E, óbvio, para fechar com chave de ouro, o espírito tomou conta do carro dos irmãos Winchester e a vontade de vomitar assistindo o episódio tomou conta de mim.

Pena que Supernatural caminhe para se tornar uma série deprimente e que não tenha a coragem e a decência de fechar o ciclo para que os fãs tenham boas recordações.

☺

Por Daniel César

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Supernatural, 6x13. "Unforgiven"

"É, eu adoro dizer que eu tenho razão" - Dean

Quando Erick Kripke criou Supernatural provavelmente nem ele mesmo tinha a idéia exata do que a produção representaria. Mesmo pertencendo ao menor canal aberto dos EUA (a CW), a série consegue relativo sucesso na terra do Tio Sam e, fora dele, tornou-se um grande fenômeno de vendas para praticamente todos os países do Ocidente.

Erick sempre afirmou que havia criado Supernatural para contar uma história específica e necessitava de 05 temporadas para contá-la. E ele contou, e como contou. Foram intensos 05 anos de descobertas, de espíritos do mal, de demônios, de segredos, de criaturas das trevas, de anjos, querubins e, como ficamos pasmos, do próprio Lúcifer.

Mas eis que, cinco temporadas depois, toda a linha narrativa estava terminada, mas, pelo sucesso financeiro da produção a CW decidiu que continuaria com a série. O criador, não querendo comprometer seu roteiro, saltou fora do projeto e, com a maior perda criativa que uma série pode ter, Supernatural está em sua 6ª e irregular temporada.

Não é que "Unforgiven" tenha sido um episódio ruim, não foi. Mas, assim como toda a temporada, a impressão que se dá assistindo atualmente a Supernatural é que, sem saber mais para onde ir, os novos produtores optaram pelo caminho mais simples, o de retornar de onde haviam saído. Sam e Dean caçando monstros é muito 1ª temporada para ainda agradar alguém, principalmente depois de tudo que eles viveram ao longo dos anos.

Mesmo sendo interessante notar que Sam começou a ter flashes com lembranças do ano em que ele viveu sem alma, caçando por aí com seu avô, ainda assim é tudo muito bizarro, mesmo para Supernatural, e as vezes, sem sentido algum. Confesso ainda que não gostei do monstro escolhido para o episódio e achei muito forçada a idéia de um "spider man", quase tão horrenda quanto a das fadas.

Mesmo que a premissa da 6ª temporada não seja de todo ruim, afinal a idéia de Sam com a alma dilacerada e começando a ter lembranças disso pode render, essa nova mitologia inserida na série com esses monstros estranhos e a "mãe de todos" não vem agradando porque não tem nem metade do interesse que o Apocalipse poderia causar.

Mesmo produzindo episódios ainda bons, mas sem nenhuma ponta de criatividade, chegou a hora da CW, dos produtores e também do próprio elenco terem a hombridade de reconhecerem o que salta aos olhos para todo o público: é hora de encerrar Supernatural.

☺☺☺

Por Daniel César

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Supernatural, 6x12. "Like a Virgin"

"Se você queria ter matado seu irmão, Dean, deveria ter escolhido o jeito certo" - Castiel

Como conseguir se reinventar depois do que era para ser o fim? Essa é uma dúvida que assola boa parte dos roteiristas da TV americana, já que a maior parte das séries que fazem sucesso acabam por serem esticadas ao máximo a fim de continuarem obtendo audiência. Esse subterfúgio utilizado pelas emissoras americanas é tão comum que, às vezes, é tratado como algo normal e não como a anomalia que é.

Esse é um drama que vive Supernatural. A série teve previsão inicial de 05 temporadas e sua história foi muito bem contada e amarrada ao longo destes cinco anos. Porém, a CW optou por criar a 6ª temporada e apostar na fidelidade dos fãs para manter a audiência do show. Vem funcionando, após um início confuso, a temporada começa a ganhar forma e ficar cada vez mais interessante.

Após um episódio grotesco lidando com o universo da mitologia em torno das fadas, Supernatural se arriscou novamente, agora com a mitologia dos dragões em "Like a Virgin" - aliás, as citaões dos nomes de episódios da série estão cada vez melhores. Ao contrário daquele, este acertou o tom e teve todos os elementos que a série apresentou ao longo de sua história para prender a atenção do telespectador.

A história do dragão em si não chamou muito a atenção. Aliás, acho que os roteiristas quiseram apenas prestar uma singela homenagem a este mito inserindo-o na série. Mas a volta de Sam, agora com alma, foi muito interessante, principalmente pelo cuidado que Dean teve procurando não lhe contar como ele era sem alma. O tratamento que Dean dispensa ao irmão chama a atenção desde a estréia da série e mostra um cuidado muito bacana de se ver.

Gostei também da honestidade de Bobby que, mesmo conhecendo Sam, não se sentiu completamente à vontade ao lado do jovem que tentou matá-lo pouco tempo antes, com ou sem alma. Hilária a situação de Dean tentando arrancar a espada para matar o dragão. O personagem continua com cenas ótimas e parece nunca cansar.

Acho divertido como Sam engana Cassiel sempre com suas histórias e ele acaba contando tudo o que irmão caçula dos Winchester que saber. De qualquer forma, o fim do episódio foi surpreendente, afinal, após o demônio de olhos amarelos, após Lilith e após o próprio Lúcifer, agora temos "a Mãe de Tudo". Impossível saber quem é este ser bizarro saído do purgatório, porém, somente sua expressão foi suficiente para amedrontar. Vem coisa boa por aí.

☺☺☺

Por Daniel César

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Divulgadas novas fotos de elenco de Supernatural

Misha Collins é Castiel

Jensen Ackles é Dean


Jared Padalecki é Sam

A série é exibida às sextas-feiras, logo após Smallville, na CW!

Por: João Paulo

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Fall Season: #Balanço18 - Supernatural

O fim do ano se aproxima e com ele vem chegando também ao fim nosso #Balanço que tanto sucesso está fazendo entre os leitores e dando o que falar - inclusive com discussões acaloradas nos comentários de algumas postagens, é isso aí - mas não chegou o fim ainda, faltam algumas séries que precisam ser ditas e não poderíamos nos esquecer.

Agora é a hora de falar de Supernatural que estreou nesta Fall Season em sua 6ª temporada. A atual temporada já foi vista com maus olhos pela crítica mesmo antes de começar, uma vez que, desde o início da série, os criadores prometiam ter história para 05 temporadas - e cumpriram com o desenrolar do Apocalipse na 5ª temporada - e, ao anunciar a continuação da série a CW arriscou.

E pode-se dizer que foi um tiro no escuro. Tão no escuro que, ao assistir aos primeiros episódios da 6ª temporada o que se via dava a impressão de que tudo que os irmãos Winchester haviam vivido ao longo de 5 anos fora esquecido e simplesmente retornaram para a 1ª temporada caçando fantasmas e demônios. Episódios cansativos, e que seriam interessantes na 1ª temporada, não atualmente. Faltava uma história que abastecesse a atual temporada.

Demorou, mas ela veio. A idéia de que Sam voltou da jaula onde estava preso com Miguel e Lúcifer sem a sua alma foi muito interessante e pôde trazer de volta praticamente todas as personagens que passaram pela série ao longo das 5 temporadas. A história é interessante e foi bem conduzida, principalmente nos três últimos episódios exibidos.

É bem verdade que, desde a 4ª temporada pode-se dizer que Supernatural com Castiel é uma coisa e sem Castiel é outra coisa. Ele rouba a cena em todos os episódios em que aparece e já é dono da série. Apareceu pouco na atual temporada e merecia mais espaço.

De qualquer forma, a primeira parte da 6ª temporada de Supernatural tem um balanço apenas razoável, mas a se basear pelos últimos episódios exibidos, a expectativa é grande para o retorno da temporada que entrou nos eixos e devolveu a série ao patamar que ela merece.

Por Daniel César

sábado, 11 de dezembro de 2010

Supernatural, 6x11. "Appointment in Samarra"

"Agora Sam, estou colocando sua alma de volta, com uma barreira" - Morte

A sexta temporada de Supernatural ingrenou e parece que agora teremos os mesmos episódios interessantes que nos conquistou por 05 anos e fez da série uma das mais vistas ao redor do mundo, mesmo sendo duma emissora pequena dos EUA.

Em seis anos, a série dos Irmãos Winchester caminhou por praticamente todos os locais onde pode ser possível no âmbito do sobrenatural. Tratou todos os temas possíveis e imagináveis e, na maioria das vezes, fez isso de forma madura, sem clichês ou caricaturas, talvez por isso a série agregue tantos fãs.

Em "Appintment in Samarra" a Morte voltou a agir e tivemos uma das personagens mais interessantes que participaram de Supernatural de volta, Tessa. Com o mesmo estilo rude, áspero e exigindo praticidade, ela é uma espécie de enfermeira da Morte e foi muito divertido vê-la trabalhando ao lado de Dean.

O episódio em si foi interessante por ver Dean trabalhando como a Morte e gostei do desafio em si, porém, todos sabíamos que ele jamais conseguiria cumprir o combinado para salvar a alma de Sam. Achei muito bacana a forma como Dean entendeu que não pode alterar as ordens natural da vida e, mesmo precisando matar uma menina de 12 anos, o fez.

Sam, por outro lado, segue cada vez mais imbecil. Matar o Bobby porque ele é como um pai para ele foi das coisas mais idiotas que ele já pensou em fazer. A cena dele arrebentando a porta com um machado em alusão a O Iluminado foi legal, mas a expressão facial dele, não. Se Sam não tem alma e nem emoções, por que diabos ele está com medo de ter a alma de volta? Eu hein.

O fim do episódio foi sensacional com a Morte devolvendo a alma para Sam e o que vai acontecer com ele somente os próximos episódios dirão. Mas, uma dúvida. Demônios, o chefe do Inferno, Anjos, ninguém é capaz de invadir a Jaula em que está Miguel e Lúcifer para retirar a alma de Sam e a Morte faz isso em segundos? Oi?

☺☺☺☺

Por Daniel César

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Supernatural, 6x10. "Caged Heat"

"Se o entregador de pizzas ama a babá por que fica batendo em suas nádegas?" - Castiel

Supernatural de volta as origens. São seis anos de história e tudo que o público quer é um roteiro digno da série nesta sexta temporada. Tivemos bons roteiros em todas as temporadas e, se fosse para continuar, teria que ser assim, com bons episódios.

É bem verdade que a atual temporada segue irregular se formos olhar para todos os episódios, mas uma coisa parece clara. Castiel aparece no episódio e tudo fica perfeito. É impressionante como o personagem se encaixou perfeitamente a realidade da série nas últimas 3 temporadas e se tornou o mais carismático entre todos no elenco.

Em "Caged Heat" vimos finalmente ação voltada especificamente para o roteiro da temporada. Encontrar a alma de Sam e para isso trouxeram de volta a divertida Meg. Confesso que sentia falta da personagem e vê-la juntamente com Castiel novamente foi um espetáculo. A química carnal (é, eles não são "carne) entre eles dá todo um tom para a série.

Muito legal também ver a sinceridade de Samuel que está se lixando para os netos, tudo que quer é a filha de volta, mesmo sob pacto com demônios. Acho que vai render este plot entre o Dean e ele, afinal, o neto não falou brincando, vai querer matar o avô.

Gostei da sequência de tortura a Meg e também da tortura de Meg a Crowly. Mas, novamente, o genial foi Castiel surgindo do nada com os ossos do novo rei do inferno e os queimando, destruindo assim Crowly e deixando o inferno sem um senhor. A pergunta que não quer calar é: qual o estado da alma de Sam? Resgatá-la valerá a pena?

Ah, e quanto mais o Castiel fala sobre a guerra no céu, mais eu quero um spinoff dessa guerra. Alguém mais quer?

☺☺☺☺

Por Daniel César

domingo, 14 de novembro de 2010

Supernatural, 6x08. "All Dogs Go to Heaven"

"Vou me arrumar, Robocop" - Dean

A temporada de Supernatural já está com uma nova cara e, diante disso, os produtores podem sem dificuldades inserir os episódios aleatórios com temas sobrenaturais, como sempre ocorreu. O problema dos primeiros episódios da atual fall season era que estes episódios não diziam nada, não apontavam para lugar algum no contexto geral, mas isso mudou.

Diante disso, a sexta temporada tem um caminho a ser tratado e, aí, depende do gosto pessoal do público. Há quem goste do plot da temporada, e há os que não gostam, isso é apenas uma visão pessoal, porém, é inegável que, mesmo após o Apocalipse, os produtores conseguiram achar uma saída para manter Supernatural viva e isso é o mais importante.

Em "All Dogs Go to Heaven" vimos Dean e Sam no primeiro "trabalho" para Crowly, o demônio da encruzilhada e que agora é o chefe do inferno. Dean continua muito incomodado com isso, mas sabe ser a única forma de recuperar a alma do irmão. A princípio, uma tarefa normal para eles, caçar um lobisomem, porém, o lobisomem alfa, que é o que interessa.

O episódio se desenvolveu mostrando certas anormalidades até mesmo para os dois, afinal, não eram lobisomens, mas metamorfos que se infiltravam nas casas como cachorros e, obedecendo ordens de um líder iriam atacar a todos para ter um grupo grande desses seres. Dean não pensou duas vezes e decidiu matar a todos, sem pegar o alfa e, mesmo contrariado, Sam concordou.

O episódio em si não teve nada de muito interessante, mas mostrou um Sam conformado em não ter alma, portanto, sem sentimento e ele finalmente reconheceu que é diferente e, por isso, precisava de ajuda para recuperar-se. Dean, como sempre, sacrificando-se completamente para ajudar o irmão, como vem fazendo desde o início da série. Aparentemente a sexta temporada caminha para um rumo muito interessante.

☺☺☺

Por Daniel César

domingo, 7 de novembro de 2010

TOP 5: Os melhores episódios da semana na opinião de Daniel César

5º Lugar: Sons of Anarchy 3x09 - "Turas"



4º lugar: In Treatment 3x07 - "Jesse - Week Two"



3º Lugar: Supernatural 6x07 - "Family Matters"
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2º lugar: The Walking Dead 1x01 - "Pilot - Days gone Bye"
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1º lugar: Boardwalk Empire 1x07: "Home"
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sábado, 6 de novembro de 2010

Supernatural 6x07: "Family Matters"

"Onde está a alma dele? Esta é uma pergunta filosificamente interessante" - Catiel

Finalmente, finalmente. FINALMENTE. Supernatural após nos enrolar por 05 episódios e começar a introduzir um assunto no sexto, finalmente neste sétimo episódio temos uma história para caminhar por toda a sexta temporada. E, cá entre nós, que história. Precisamos dar a mão a palmatória aos roteiristas que, mesmo depois de decidirem criar mais uma temporada, conseguiram achar um tema interessante.

Foram 05 temporadas centradas numa história genial criada sob o pano de fundo de bizarrices, criaturas mitológicas, demônios e tudo mais até chegar ao Grande Apocalipse. E, mesmo depois disso, agora sabemos que está tudo sob controle, e Supernatural ainda tem muita lenha pra queimar. Isso é ótimo.

Em "Family Matters" fomos surpreendidos com a presença do melhor personagem da série, nosso querido anjo rabugento Castiel que, mesmo participando apenas dos primeiros 10 minutos do episódio, deixou sua marca com frases divertidas, mal humoradas e sempre geniais. Foi ele quem deu a resposta para a pergunta que não queria calar: "O que está acontecendo com Sam?" Castiel foi certeiro, ele está sem alma e sua alma ficou presa na jaula com Lúcifer e Miguel. Instigante, não?

Com isso, os irmãos Winchester voltaram ao início e procuraram Samuel, o avô que também voltou com Sam. Incrível como Samuel sempre está escondendo algo, isso chega a ser irritante. Mas foi muito bom ver a crise de confiança entre Sam e Dean para eles entrarem em acordo e voltarem a ser a dupla de antes. Muito legal também a caçada ao vampiro Elfo e o pequeno interrogatório que Dean e Sam fizeram a ele renderam boas frases e uma cena tensa.

Mas o melhor estava para o fim. No mesmo episódio em que nos é revelada o mote da temporada, descobrimos quem tirou Sam do inferno e deixou propositalmente sua alma lá. Trata-se de Crowlby, o demônio da encruzilhada que agora é o Rei do Inferno, após a prisão de Lúcifer. E ele não está para brincadeira. Ou os Winchester o ajuda a encontrar o Purgatório - que também é real e ele quer utilizar, já que, segundo ele, é sub-utilizado, pois é o lugar onde vão as criaturas bizarras como vampiros e lobisomens - ou ele joga Sam de volta para o inferno. E agora? Sam e Dean trabalharão para um demônio? Eles confiarão no avô que sabia de tudo e escondeu? E Castiel, os ajudará? A temporada finalmente começou.

☺☺☺☺☺

Por Daniel César

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Criadores geniais, séries canceladas

Alguns nomes da TV americana são tidos como geniais por conseguirem criarem séries que fazem sucesso durante anos não apenas nas televisões norte-americanas, mas em praticamente todos os países do mundo por onde passam. Mas nem só de sucessos vivem estes autores que já tiveram em seu currículo fracassos retumbantes. Confira alguns:

1 - David Crane (Friends)

Um dos maiores mitos da História da TV americana é Friends. Idolatrada por fãs no mundo todo a série é detentora da maior audiência dos EUA em seu episódio final, quando reuniu mais de 54 milhões de telespectadores. David Crane, seu criador, passou a ser idolatrado pela crítica, mas não conseguiu repetir o sucesso ao criar The Classe em 2006. A série não agradou e foi cancelada melancolicamente 19 episódios depois. Um fracasso na carreira dele.

2 - Amy-Shermman Palladino (Gilmore Girls)

Gilmore Girls ficou no coração de muita gente. Até hoje fãs do mundo todo se reúnem para lembrar dos grandes momentos vividos por duas das personagens mais queridas do universo das séries de TV, Lorelai e Rory. A criadora da série, Amy-Shermman Palladino sempre foi tida como uma roteirista cult, mas, após escrever seis temporadas de Gilmore Girls, a autora se afastou do projeto para, dois anos depois, lançar uma sitcom, The Return of Jezebel James que foi um tremendo fiasco sendo cancelada após apenas 05 episódios serem exibidos.

3 - Chris Carter (Arquivo X)

Uma das séries mais badaladas dos EUA, tanto que até filme virou, é Arquivo X. Durante sua exibição nos EUA, muito se falou da série, do elenco, das personagens e do roteiro impecável de Chris Carter. Mas o roteiristas já teve seus maus dias. Ele criou também Millenium, série que durou apenas 03 temporadas e nunca fez sucesso. A maior parte dos fãs nem sequer sabem da existência dessa série que é considerada um fiasco.

4 - Todd Skavkin e Darren Swimmer (Smallville)

Essa dupla não se encaixa exatamente no âmbito de "roteiristas". Produtores-executivos de Smallville, uma série que agrada fãs no mundo todo, já chegou a 10 temporadas e, recentemente, comemorou o episódio de número 200 no ar. Eles decidiram assumir o projeto do remake de Melrose Place e foi um desastre. Com uma temporada, a série nem de longe lembrou a original e foi cancelada após o fim da primeira temporada de forma deprimente.

5 - Joss Whedon (Buffy, a caça vampiros)

Quem é fã de seriados com certeza já ouviu falar de Buffy. A franquia que virou filme explodiu na década de 90 nos EUA como série e foi considerada cult pela crítica, e também era idolatrada por crianças, adolescentes e jovens. Joss Whedon, seu criador, foi responsável por outra obra intelectual que agradou a crítica, mas não a audiência. Firefly durou menos de uma temporada e foi cancelada com 8 episódios, deixando uma mancha no currículo de Joss.

6 - Eric Kripke (Supernatural)

Supernatural é fenômeno em todo mundo. Os irmãos Winchester arrebatam fãs por onde passam e já estão em sua sexta temporada de exibição na TV americana. Eric Kripke, criador da série, acertou em 2005 ao criar a história dos caçadores de monstros e demônios, mas, dois anos antes, ele manchou seu currículo, ao criar Tarzan, uma série que durou apenas oito episódios e não teve qualquer repercussão nos EUA ou fora dele.

7 - Marc Cherry - (Desperate Housewives)

Desperate Housewives é quase a única série considerada unanimidade. Idolatrada por fãs, aplaudida pela crítica e respeitada por quem não é fão do gênero, o produto já chegou a 30 milhões de telespectadores num único episódio e está na 7ª temporada nos EUA. Marc Cherry colhe os frutos de ser o criador da série, porém, antes, ele colheu com muito sofrimento o fracasso de outra obra sua, The 5 Mrs. Buchanans, série fraca, muito criticada, sem audiência e que durou apenas uma temporada.

8 - JJ Abrams (Lost)

A série que mudou o conceito de se fazer televisão no mundo. Considerada por muitos como o grande divisor de águas dos seriados americanos, Lost foi um fenômeno de audiência, vendagem e repercussão em todo o mundo. Seu criador, considerado o midas da TV americana, JJ Abrams tem ainda em seu currículo outros grandes sucessos como Alias, Everbory Loves Raymond e Fringe. Porém, o grande roteirista acaba de se juntar ao time dos que tiveram série cancelada precocemente ao ser anunciado nesta semana o canceamento de Undercovers.

Lembra de mais alguma série de roteirista de sucesso que foi cancelada sem grande repercussão? Comente.

Por: Daniel César

sábado, 30 de outubro de 2010

Supernatural, 6x06. "You Can't Handle the Truth"

"Enquanto o Sam viver você nunca será feliz, Dean" - Liza

Era basicamente disso que todos nós precisávamos. Os fãs de Supernatural se acostumaram com isso e estava dando agonia ser forçado a voltar no tempo. A temporada da série não estava agradando nessa vibe primeira e segunda temporada, sem um plot verdadeiro e sem caminhar fazendo algum sentido. Depois de tudo que os irmãos Winchester viveram, não fazia sentido simplesmente voltarem a caçar.

E era isso que estávamos vendo na maioria dos episódios da 6ª temporada. Apenas uma ou outra pincelada no que poderia ser a história principal da temporada, mas nada de intenso, profundo, só a mesma superficialidade que já começava a irritar. Ninguém mais quer ver vampiros, monstros e demônios, para vê-los, precisamos de uma justificativa, agora.

Em You Can't Handle the Truth finalmente a história da temporada começou a andar. Metade do tempo vimos Dean e Sam em busca de respostas sobre o problema do episódio em si, um grupo de pessoas que se suicidam após, estranhamente, passarem a ouvir todos ao seu redor dizendo sempre a verdade, da pior maneira possível. E a outra metade, vemos Dean desesperado pedindo a ajuda de Bobby e também pesquisando por conta própria para saber o que acontece com Sam, que ele desconfia não ser mais seu irmão e sim o próprio Lúcifer.

De brinde, ainda tivemos uma rápida - e como sempre genial - aparição de Castiel simplesmente para dizer a Dean que o problema das mortes não tinha relação com a trombeta da verdade de Gabriel e que também não sabia o que estava acontecendo com Sam, mas ajudaria perguntando em algum lugar. Sempre que Castiel aparece o episódio fica bom, incrível como este personagem rende.

Achei muito interessante Dean ser amaldiçoado e gostar da ideia para arrancar a verdade de Sam, mas é óbvio que não funcionou. Ao descobrirem a causa da maldição, a deusa da verdade, eles finalmente chegam a ela que se passa por uma jornalista. Toda a seqüência com ela comendo cadáveres na maior naturalidade foi bizarra, porém genial. Gostei também dela arrancando a verdade de Dean e se assustando com Sam que conseguiu enganá-la. Quando ela disse "Você não é humano" a ele, confesso que eu me arrepiei.

O final, com Dean e Sam matando a deusa e encerrando a maldição e Sam dizendo a Dean que precisa de ajuda, pois desde que voltou não é o mesmo, pois não tem mais emoções ou sentimentos, foi comovente. Mas me assustei pra valer com Dean esmurrando o irmão até deixá-lo desacordado. O episódio acabar aí, significa que teremos continuação exatamente de onde parou e estou ansioso para isso, pois, ao que parece, Supernatural finalmente se encontrou nesta temporada.

☺☺☺☺☺

Por: Daniel César

terça-feira, 26 de outubro de 2010

TOP 5: Os melhores episódios da semana na opinião de Daniel César

5º lugar: Supernatural (6x05): "Live Free or Twi Hard"
Leia review clicando aqui!









4º lugar: The Event (1x05): "Casualties of War"
Leia review clicando aqui!









3º lugar: Parenthood (2x06): "Orange Alert"
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2º lugar: Boardwalk Empire (1x05): "Nights in Ballygran"
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1º lugar: Modern Family (2x05): "Umplegged"
Leia review clicando aqui!

sábado, 23 de outubro de 2010

Supernatural, 6x05. "Live Free or Twi Hard"

"Eles não são vampiros, cara. Eles são idiotas" - Dean

Que temporada maluca esta de Supernatural. Após uma impressionante estabilidade durante 05 temporadas em que, de uma maneira geral, todos os episódios eram bons - alguns muito acima da média e outros bem abaixo - a sexta temporada parece que vai nos levar, com o perdão do trocadilho, do céu ao inferno, em diversos momentos. Os roteiristas parecem estar buscando um novo modelo de fazer a série para mantê-la viva por mais tempo e, as vezes acertam, outras vezes erram feio.

Se tivemos um episódio excepcional e um muito ruim - o da última semana - nesta semana parece que a produção conseguiu unir o que há de melhor em Supernatural. Humor com alta dose de suspense, ação, e uma história de muito mistério como pano de fundo e, sendo sem dúvida, a grande história que irá permear a atual temporada.

Em "Live Free or Twi Hard" voltamos ao universo dos Vampiros que já foi vastamente explorado na série, mas, desta vez, vimos num novo ângulo - e que ângulo. Logo no começo, Dean em um de seus arrombos de criatividade, ao perceber se tratar de Vampiros, usou de toda a sua criatividade para zombar do atual momento "vampirenesco" da TV mundial e não poupou críticas zombeteiras ao formato de filmes como Crepúsculo e séries como The Vampire Diaries, sempre no tom certeiro que já nos acostumamos quando uma piada sai da boca dele.

Porém, apesar de parecer só mais um episódio comum, tudo se transformou quando Dean foi abatido por um vampiro e bebeu do sangue dele, se transformando em um deles. O mais estarrecedor nem foi ver um dos irmãos Winchester novamente vivendo como um monstro, mas ver que Sam poderia evitar isso e não o fez. O sorriso de Sam ao ver Boris dar seu sangue a Dean foi um dos momentos mais sinistros de toda a série. Ele parecia estar possuído.

A partir daí Dean decidiu que queria morrer por ter se tornado um monstro e até foi se despedir de Lisa e de Ben. Emocionante a cena em que ele agradece a ela por acreditar nele. Eu fiquei realmente com medo do nosso protagonista ao ver os dentes de vampiro nascendo com rapidez. Mas, como era de se esperar ele não atacou a mulher que ele ama.

Samuel, ao dizer que existe a cura contra o vampirismo abriu um novo preceito para a série e animou bastante Dean. O único ingrediente que faltava era o sangue do vampiro que o transformou e Dean foi até o covil buscar. Sensacional a seqüência em que ele mata pelo menos uma dúzia desses vampiros frescos e genial a cena em que Sam e Samuel chegam ao covil e Dean está parado, olhando para o nada, com os pés na cabeça decepada de Boris.

Um episódio muito interessante, rico em ação, suspense e tudo que Supernatural nos dá de melhor. E ainda caminhando com a maior história. Afinal, o que acontece com Dean? E mais, foi impressão minha ou ele deixaria Samuel matar Dean? Na cena em que Dean pede pela morte e Samuel diz ter a cura, Sam parece mais admirado ainda que o próprio Dean? O que se passa com ele desde que voltou do inferno?

Confira outra frase genial de Dean no episódio:

"Vc vai com o Efron, eu pego o Bieber" - Dean

☺☺☺☺

Por Daniel César

sábado, 16 de outubro de 2010

Supernatural, 6x03. "Weekend at Bobby’s"

A quem interessa um fim de semana com Bobby?

Após um péssimo retorno de temporada e um segundo episódio ao melhor estilo Supernatural de ser, a série volta a estaca zero e realmente começa a preocupar os fãs pelo fato de que, aparentemente, não há uma história com força suficiente para sustentar mais uma temporada de caçada dos irmãos Winchester.

É bem verdade que, desde que entrou em Supernatural, e lá se vão quase seis temporadas, Bobby merecia um episódio centrado nele por tudo que ele representa para Sam e Dean, pois, ele foi o pai que os meninos não tiveram ao longo de toda a história, passando por tudo que ambos passaram e, sempre, sem reclamar e disposto a ajudar, buscar uma solução e consolar a todos, sendo a válvula de escape.

Mas a bem da verdade é que Bobby merecia este episódio entre a 3ª e 4ª temporada. Agora, pós Apocalipse, com a morte de Lúcifer, com o sumiço de Deus e com Sam de volta do inferno sabe-se lá como, o público realmente não tem o menor interesse em saber como é um fim de semana de Bobby. O episódio foi interessante até, mostrou como o personagem é devotado e está sempre disposto a ajudar todos sem nunca pedir nada em troca. O incrível número de linhas telefônicas, cada uma oriunda de um lugar diferente em que ele se passa por praticamente todas as autoridades americanas, chegou a ser divertida.

Também foi interessante ver como Bobby se relaciona mal com as mulheres, obviamente por seus problemas de caçada a demônios. Vimos também personagens amigos e que buscam auxílios com ele. E mais, tivemos a resposta para o problema da temporada anterior, em que Bobby vendeu sua alma ao “chefe da encruzilhada” e que agora é o chefe do inferno. Com a ajuda de Sam e Dean, ele conseguiu encontrar os ossos do demônio e recuperar sua alma. Interessante.

Fica a pergunta: o que os produtores de Supernatural estão realmente pensando? É possível que eles achem que, a essa altura do campeonato, contar histórias de vida dos personagens da série ainda chama a atenção? Onde está o roteiro da temporada? Ficar jogando pequenas pistas para o público, como “monstros atacando fora de seus países de origem” não é o suficiente. Ou a história da 6ª temporada de Supernatural realmente começa ou certamente o público desistirá.

☺☺

Por: Daniel César

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

TOP 5: Os melhores episódios da semana na opinião de Daniel César

1º lugar: Boardwalk Empire - "Broadway Limited"
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2º lugar: The  Whole Truth - "Judicial Descrition"
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3º lugar: Modern Family - "Earthquake"
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4º lugar: Community - "The Psichology of Letting Go"
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5º lugar: Supernatural - "The Third Man"
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sábado, 9 de outubro de 2010

Supernatural, 6x03. "The Third Man"

“Eu estava envergonhado. Desculpa, mas agora eu preciso de seu sangue” – Castiel

Finalmente, hein, Supernatural? Após dois episódios que nos davam medo de que uma das séries mais bacanas dos últimos anos e, entre as com várias temporadas, a mais legal em exibição, se tornasse deprimente e tivesse um fim deplorável por não ter mais histórias para contar, o terceiro episódio da série reuniu tudo que tornou Supernatural o que sucesso mundial que ela é.

Muito disso, sem dúvida, se volta ao retorno do personagem mais bem sucedido da história da série, o anjo Castiel. Sim, Supernatural sobreviveu sem ele por longas temporadas, mas, após sua aparição, era impossível imaginar a série sem a presença do anjo grosso, estúpido, sem o menor senso de relacionamento humano e, com as frases mais geniais e tiradas mais divertidas do mundo das séries.

Somente neste episódio, Castiel nos brindou com ao menos 10 tiradas fantásticas e nos fez rir muito com suas frases que sempre deixavam Dean e Sam sem nenhuma reação. A química entre os irmãos Winchester e o Anjo sempre foi um ponto alto da série e deveria ser explorada sempre.

No episódio The Third Man vimos Castiel pedindo ajuda aos irmãos porque, segundo ele, após o não acontecimento do Apocalipse, o céu está uma bagunça, Deus está sumido e Rafael, o anjo, quer tomar o controle do céu, uma guerra civil. Por isso, anjos têm sumido e roubado diversos artefatos celestiais e, o deste episódio, é o cajado de Moisés responsável pelas 10 pragas do Egito.

O envolvimento de outros anjos, como Baltazar, e ver brigas ferozes novamente entre seres angelicais deu todo um charme para o episódio. Sam e Dean foram meros coadjuvantes diante da presença incrível de Castiel que, como sempre, roubou a cena. Pena que o desfecho mostrou que ele não estará sempre presente em todos os episódios, mas sua aparição será esporádica, uma pena.

Agora, a temporada já tem um rumo. O céu está um caos e em guerra. Anjos roubaram objetos que podem ser mortais na Terra, mas, não foram os anjos que libertaram Sam do inferno e Deus está sumido. Qual o plano? Esperamos por respostas e, desta vez, bem satisfeitos com o episódio.

Outra frase de Castiel: “É, acho que Moisés não está na lista de suspeitos”.

☺☺☺☺☺

Por: Daniel César

sábado, 2 de outubro de 2010

Supernatural, 6x02. “Two and a Half Men”

A série volta às raízes. Pena
O segundo episódio da 6ª temporada de Supernatural foi ainda mais interessante e inteligente que a Season Premiere. Isso, se nossa análise fosse individual, episódio isolado de episódio, mas estamos falando de uma série com 05 temporadas completas e que contou uma das mais espetaculares histórias do mundo da TV.

Supernatural atiçou o imaginário popular ao dar vida a mitos, demônios e espíritos que nunca achávamos poder existir e, mais do que isso, contou uma impressionante história bem amarrada e muito bem conduzida pelos roteiristas que, iniciou com caças a demônios e cresceu até surgir anjos, demônios e o próprio Lúcifer com direito a céu e inferno e ao Apocalipse.

Agora, 06 anos depois de iniciar essa saga bizarra e extraordinária, os roteiristas querem mesmo que nós nos interessemos novamente por caçadas a seres bizarros? Realmente foi para contar essa história que a CW decidiu manter a série no ar além do que os produtores-executivos queriam? Mortes, sangues, seres bizarros, sustos e lutas não vão salvar os episódios. Não mais.

O episódio “Two and a Half Men” nem pode ser chamado de ruim, ao contrário, fosse nas duas primeiras temporadas, seria um dos mais interessantes da série, não apenas pela menção a famosa série, mas também pela forma como a história foi contada, afinal, não é todos os dias que vemos um metamorfo gerar diversos filhos e ir buscá-los. Ver Dean em dúvida sobre como agir com sua esposa e filho é realmente aflitivo, afinal, tudo que ele não quer é ser para Bem o que seu pai foi para ele e, por conta disso, a despedida do casal no fim do episódio foi tocante.

A única coisa, contudo, que mantém a temporada ainda com algum grau de interesse são as misteriosas frases individuais de Samuel, o avô de Sam e Dean. Afinal, para quem ele está trabalhando? O que diabos ele está fazendo e qual o interesse em Sam e Dean? Essa premissa pode ser a tábua de salvação de uma temporada que caminha para ser melancólica.

A nota do episódio, infelizmente, não poderá ser alta, já que não se avalia um episódio individualmente, mas qual a sua importância para o todo da série.

☺☺

Por: Daniel César

sábado, 25 de setembro de 2010

Supernatural: “Exile on Main Street” pareceu mais um episódio. Que pena.

Após um grande período aguardando o retorno de Supernatural, finalmente chegou o grande dia e o público americano e, claro, todos os fãs ao redor do mundo já tiveram a chance de assistir a volta dos irmãos Winchester ao mundo da caça.

Ao término da 5ª e mais fraca temporada exibida até o momento, a pergunta que todos faziam era: “Como os produtores irão explorar o tema, já que tudo terminou na temporada?”. Era impossível fazer um prognóstico do que viria a ser a 6ª temporada após o Apocalipse e a vitória ao final da 5ª. Promos, spoilers e outras informações deram conta que Sam e Dean voltariam a caçar demônios, como nas três primeiras temporadas, mas tudo isso parecia bizarro demais.

O que se viu neste primeiro episódio foi realmente o retorno dos irmãos ao mundo da caça. Mais do que o retorno, o que se viu foi a volta da família Campbel (nome de solteira da mãe de Sam e Dean) ao mundo da caça. O episódio introduziu a volta de Sam do inferno e, com ele, o avô que também retornou. Nem um nem o outro souberam, contudo, explicar quem ou o que os libertaram da condenação.

Esse retorno, na prática, serviu para acabar com a vida monótona, tranqüila e feliz que Dean havia construído ao lado de Lisa e Bem – vida aliás muito interessante se considerarmos tudo que Dean viveu ao longo de 05 temporadas.
Com o retorno dos caçadores, eles já iniciaram a caçada, procurando por demônios que queriam se vingar de Dean pela morte do “pai” deles. Com muita luta, quase morte e sempre muito mistério, o episódio se desenrolou do mesmo jeito a que nos acostumamos, o único mistério, foi ver o avô de Dean e Sam prendendo um destes seres e dizendo que não mataria e soltando a frase: “Tranque-a no carro antes que os meninos cheguem”. O que ele estaria escondendo?

De qualquer forma, foi muito bom ver o retorno de Supernatural, contudo, foi frustrante, afinal os produtores nos acostumaram com geniais Season Premieres e essa, foi de longe, a mais fraca. Claro que foi um bom episódio e que introduziu o assunto da 6ª temporada, mas o que se viu, parecia um episódio clássico das 03 primeiras temporadas. Dean e Sam caçando demônios e nada de grande no roteiro, apenas episódios individuais. Esperemos que os produtores tenham um plano. E que nosso querido amigo Castiel volte. Precisamos dele.

☺☺☺

Por: Daniel César