sábado, 12 de março de 2011

The Event, 1x11. "And Then There Were More"

"Eu te ajudo a achar seu filho e você me ajuda a achar minhas filhas. São minhas condições" - Michael

The Event teve o maior, ou um dos maiores, hiatus da atual temporada da TV americana. Tantos meses sem a série serviu para purificar o telespectador após aquela seqüência de episódios ruins em que nada acontecia e o roteiro parecia caminhar para lugar algum.

O fato é que a produção chamada de "a nova Lost" decepcionou bastante na primeira metade da temporada e, após um início promissor, já entrou em hiatus sob sério risco de cancelamento, com uma queda brusca de audiência que mostrou o incômodo do telespectador com o produto.

O retorno da série, apresentou dois episódios e uma audiência pífia - os fãs devem realmente começar a se preocupar - mas, ao menos no primeiro episódio de retorno "And Then There Were More" a série parece tentar entrar no eixo e responder algumas perguntas de forma mais interessante do que aparentava no início.

A resposta rápida para a pergunta "Michael é um alienígena" deixou o episódio ágil e interessante. Apesar de ainda detestar Sean e Leila, confesso que a determinação do casal em encontrar a irmã dela e descobrir toda a conspiração sobre esses alienígenas merece uma nota positiva. Mesmo que as seqüências sejam bizarras, como a cena em que eles provocam o acidente com a Kombi. Sempre que Sean tem idéias mirabolantes eu me pergunto o que este jovem fazia antes de conhecer Leila, trabalhava com Jack Bauer?

Confesso que o presidente Elias continua me irritando profundamente. Ele não tem a menor noção do que faz e, seu personagem é fraco, sou muito mais o Blake que sempre tem frases de efeito e, o que o torna ainda mais interessante, cumpre todas as suas frases. Achei sensacional vê-lo em Inostranka pessoalmente para interrogar os presos.

Já Sophia me decepcionou no episódio. Sempre a defendi como a personagem mais forte da série, mas a forma "doce" com que ela trata o próprio filho me causa irritação. E acho que todos notam isso, tanto que Michael teve coragem de desafiá-la com a frase em destaque. Aliás, Michael começa a mostrar ser um dos protagonistas da história e achei muito lindo o encontro dele com Leila. Esse plot promete bastante.

E, pelo visto, descobrimos finalmente qual é o tal Evento que trata a série. É a chegada do exército de aliens, pelos menos parece isso por este episódio, certo?

☺☺☺

Por Daniel César

sexta-feira, 11 de março de 2011

Hellcats, 1x16/17. "Fancy Dan / Don’t Make Promises (You Can’t Keep)”

"-Vadia!"
"-E eu tenho orgulho disso." - Alice Verdura #diva

Setembro, outubro, novembro, dezembro, janeiro, fevereiro e março. Chegamos ao sétimo mês de existência da série teen aposta da CW. O que parecia ser horrível, em seu início provou ser mas quem resistiu está podendo acompanhar uma série (sim!) interessante. Insisto também que se fosse tão horrível já teria sido cancelada, afinal ninguém aguenta coisa ruim por muito tempo (ok, existem exceções).

Como disse na review anterior em God Must Have My Fortune Laid Away parecia que ali tinha sido o final da série, e estava preocupado com o futuro e a volta de Dan. Mas não é que Fancy Dan foi bom?

Logo no começo o namorado de Vanessa nos dá um susto dizendo que foi chamado pelo exército e quer se casar no dia seguinte. É claro que ela ficou balançada, quem não ficaria? E pior ainda pra ela que tem um empecilho com nome de Red Raymond no caminho. Foi triste ver o cara desiludido com a treinadora do Hellcats. Vai pra guerra: corno e solitário.

A mãe de Marti que pelo jeito virou mesmo dona de buffet arrranjou uma situação delicada pra Marti: reencontrar Dan. Savannah levou isso com uma competição e Marti fez a inocente, mas estava ali pra isso também. Creio que cada um torceu pra um lado mas ninguém esperava que surgisse uma salvadora de 200 e tantas focas no caminho. Aí sim fomos surpreendidos novamente.

Acabou que vimos que Savannah é bem infantil, pagando 50 doletas pro cara conversar com a chatambientalista. Mas deu certo, com o pai de Dan falando como deveriam ser as coisas e Dan doido correndo atrás da cheerleader morena e deixando a loira acidente de trem pra outro cantando Somos Amigos do Balão Mágico pra ela. No final,  tentamos acreditar que Marti adorou tudo isso e canta uma música pros dois. Aham.


E assim chegamos a Don’t Make Promises (You Can’t Keep), que nos deixa com um hiatus até dia 19/04. Uma coisa que dificilmente tem acontecido na série são ganchos no final dos episódios pra dar uma ansiedade. Você me diz: tem a história do pai da Marti. Sim, tem, mas eu achei que seria necessário um tchan maior, com ela descobrindo algo fantástico na maleta. Já que a série é da CW, emprestem uns roteiristas de The Vampire Diaries pra fazer um final como o do season finale da primeira temporada.

E Hellcats quis dar um infarte no público, né? Como assim o ex da Savannah e filho do pastor é o pai do bebê? Era é a última aposta provável (se é que elas existiam). Achei bem triste Savannah fazer os dois se separarem. Pareceu certo, mas a vida da irmã dela parece que fica mais cagada a cada momento.

Achei bem tosca a história da música e o espírito cheerleader reinando outra vez. Dessas cenas o único destaque é a diva e reconhecida bitch Alice, ou Verdurinha (como a @camisbarbieri chama).

Como esperado o médico não conseguiu passar no detector de metais do aeroporto pra Alemanha sem se abaixar pra não bater o chifre. Vanessa safadenha e Red Raymond já estão se pegando loucamente. Que coisa! Ela nem esperou a decomposição do defunto.

Praticamente um mês agora sem Hellcats, e dois episódios razoáveis. A série segue com boas chances de renovação e se segurando firme. Infelizmente, ela não concorre no TVxSéries Awards, mas a CW está bem representada lá. Corrão pra votar! É só clicar no banner na lateral.

1x16: Fancy Dan - ☺☺☺☺

1x17: Don’t Make Promises (You Can’t Keep) - ☺☺☺


Por: João Pedro Ferreira

quinta-feira, 10 de março de 2011

Glee, 2x15. "Sexy"

Terminei de assistir a esse episódio de Glee completamente satisfeito. Não só com a história em si, mas também com a audácia que ele teve ao dar uma verdadeira aula de educação sexual, coisa que muitas escolas pelo mundo afora não têm coragem de fazer. Mas o mais legal foi, com certeza, aprender com Holly. A mulher é uma lenda e ainda tocou na ferida ao dizer a verdade por trás da gravidez à Brittany, arrancando cruelmente da garota a parte criança que ainda restava ali.

Mais do que educativo, Glee fez, mais uma vez, um episódio provoquente. Sim, provoquente. Não é provocante. Não é quente. É provoquente. Se pra bom entendedor meia palavra basta, eu não precisarei nem explicar que esse neologismo, que até onde eu sei foi criado por mim, é uma mistura dessas duas palavras que o seriado apresentou. É uma forma mais prática, rápida e preguiçosa de se falar.

Enfim, Holly voltou de novo como substituta. Não estou reclamando disso, afinal, adoro as participação de Gwyneth Paltrow, mas, poxa, poderiam efetivá-la logo, não é mesmo? Ela faz toda diferença e deixa a série ainda melhor, pois sua personagem é ótima, além de sua intérprete, além de bonita, ser muito talentosa. Isso sem falar nas performances musicais dela, que são sempre sensacionais.

Mas não só Holly teve bons momentos. Os personagens, em geral, tiveram cenas bastante satisfatórias. Gostei, aliás, da maioria dos plots do episódio. O que me incomoda um tanto ainda é que Kurt está muito avulso à história. O personagem já é péssimo interagindo com o pessoal do glee, com uma história chata e desinteressante (ficar treinando caras sexy à frente do espelho?! Ah, faça-me o favor!) fica pior e mais, muito mais intragável.

Ema, porém, brilhou todas as vezes em que apareceu. A personagem estava em sua melhor forma. A verdade dói, nós sabemos, mas vê-la encarando a verdade e estando confusa com seus sentimentos acerca de Will foi muito legal e serviu pra dar destaque à personagem.

Não é a primeira vez que Glee aposta numa trama mais quente para dar clima ao episódio, isso até já está ficando bastante comum. Porém, não há do que reclamar. Os roteiristas acertam em cheio quando usam isso com bom gosto e a favor dos personagens.

Mas agora é hora de repassar algumas lições que nós aprendemos durante “Sexy”! Chegou a hora da revisão! #Telecurso2000Feelings: Pepinos NÃO transmitem AIDS, pode comê-los na salada à vontade! Não acredite em tudo o que é dito no desenho do Pica-Pau, ele mente descaradamente, principalmente no que diz respeito ao modo pelo qual crianças chegam até seus pais. Quando você transa com uma pessoa, na verdade, você está transando com todas as outras pessoas com as quais esse seu parceiro fez sexo. Desperate Housewives é uma série picante e ajuda a diminuir o seu apetite sexual.

Lembram de mais alguma, amiguinhos? Se sim, compartilhem com os seus coleguinhas aqui!

E, ah, diferente das pernas de Ema, as votações para o TVxSéries Awards ainda estão abertas! Glee, seus atores e seus personagens concorrem em algumas categorias. Não perca tempo!

Por: João Paulo

[SEASON FINALE] Episodes, 1x07. "Episode Seven"


"Todos comemora"! Sim, caro leitor. A Showtime ouviu meu apelo (?) e o título deste post não é Series Finale e sim Season Finale! Mas também isso seria maldade com um episódio como esse sétimo e com o cliffhanger que todos queriam: "Pucks!" não foi cancelada e teremos mais histórias desses britânicos em LA.

Não sei nem por onde começar os comentários. Vou por ordem cronológica. Bev toda safadenha na cama, e até se ligando no perfume "caneloso" de Matt. Caiu do cavalo e inverteu os papeis. A doida acusava o Sean de ter traído e acabou ficando com Matt. Como assim, Bial? Nem ela entendeu e fingiu que nada aconteceu.

Mas como faro de corno é bom, Sean foi descobrindo tudo em uma sequência hilária. Quem se deu bem foi Matt que perdeu mais alguns frascos do horrível perfume.

Enquanto isso, Merc mas doido que tudo, decidia o destino de Pucks!. Eu ainda acredito que a emissora dele exista e seja tudo inspirado em fatos reais. Destaque pra cena do cara sendo demitido e demorando anos pra pegar todas as coisas. Essas situações constrangedoras, como por exemplo o telefone de Matt tocando no meio da discussão de Sean e Beverly, são características ótimas da série.

Matt esteve Matt em toda a temporada e nesse episódio não foi diferente (se você não entendeu isso não se esforce pra entender). Eu já disse aqui como e quanto eu amo a cara de pau dele? Que arrogância, que falta de Simancol, que bitch! E eu sou um bitch-lover. Sem elas as séries não tem graça! E Matt foi evoluindo do "simples" Matt participante para o Matt dono da série. Palmas pra ele.

Agora é aguardar um longo tempo pra próxima temporada. Esse é o lado ruim. Mas a expectativa é boa e veremos o que vem pela frente em Episodes!

☺☺☺☺☺

Por: João Pedro Ferreira

Better With You 1x14/15/16. "Better with a Leather Jacket/ Better with a Shamrock/ Better Without a Couch"


Fico triste quando vejo que Better With You não tem o reconhecimento digno. Os episódios sempre possuem um bom nível e são divertidos. As situações que são construídas ao longo dos episódios sempre são bem interligadas e fechadas. Desconfio que a culpa seja a maldição de Friends mesmo. O elenco se encaixa, as histórias e piadas são boas, o que falta?

Em Better With a Leather Jacket cada cena mostrando a maldição da jaqueta me fazia rir muito. Sem contar com a personificação da jaqueta, que estava fazendo seu jogo pra dar azar e jogar a culpa nos Putney. E no final, a jaqueta, renegada, se mostrava na verdade um amuleto para ódio de todos. Foi pra matar.

Better With a Shamrock não foi tão divertido como o episódio anterior, mas foi muito interessante ver a interligação da história de Ben do episódio anterior no jogo de baseball. Os destaques foram as brigas infantis entre Mia e Maddie. E claro, a comparação entre os casais e suas fases não deixou de ser ótima.

Mas o destaque da review fica com Better Without a Couch. Crises de ciúme e ex-namoradas sempre dão boas histórias e dessa vez não foi diferente. Celulares arremessados, explodidos e "sofazadas" puderam ser vistos. Ben e Case formaram uma dupla que tomou conta do episódio, estavam muito bem. Maddie sendo infantilizada foi bem legal também. Sem contar os Putney rindo da cara dela dizendo que parecia o bebê do comercial de ações e os pôneis e escovinhas dela.

1x14: Better with a Leather Jacket - ☺☺☺☺☺

1x15: Better With a Shamrock -  ☺☺☺

1x16: Better Without a Couch - ☺☺☺☺☺

Better With You concorre no TVxSéries Awards como Melhor Série Nova Humorística. Se você concorda comigo e acha que a série é boa, não deixe de votar nela e nas suas preferidas na premiação!


Por: João Pedro Ferreira

quarta-feira, 9 de março de 2011

Smallville, 10x16. "Scion"

Um Luthor é e sempre será um Luthor.

Estou tão confuso para escrever esta review quanto estive enquanto assistia ao episódio. Até agora eu não sei se eu gostei do que vi em “Scion”. De fato, foi algo diferente, que não estamos acostumados a testemunhar enquanto assistimos a Smallville. Como sabemos, o seriado aposta mais em ação do que em diálogos em si. Estes são, às vezes, geniais, mas não mandam no desenvolvimento da coisa.

Nesta semana, tivemos um episódio muito mais dialogado do que o comum, apesar de a ação também ter aparecido. “Scion” já começa de um modo diferente, com Tess tomando café no rancho Kent. Mal sabia Clark que estava prestes a ser surpreendido com a visita do até então Alexander, que possui genes dos Luthor e dos Kent. Este os deixa, pois, com superpoderes.

Superpoderes estes que o menino ainda não sabe usar. Portanto, Clark, que prefere ser chamado de irmão do garoto, passa boa parte do tempo ensinando Conner a dominar e usar perfeitamente os poderes que agora possui. As aulas do cara foram tão boas que, no final do episódio, vemos que o garoto, agora, até se veste como o professor.

Foram bem legais as cenas de Conner quando ele estava sob a posse da kriptonita vermelha. Lembrou bastante o começo da 3ª temporada da série, na qual Clark estava apoderado dela e acabou se mudando pra Metropolis e tal. Legal também foi o final que, até agora, essa história tomou. Gostei de Clark “adotando” o menino. Talvez saia coisa bem legal daí.

Lionel também marcou presença no episódio, sendo, pois, o melhor personagem do mesmo. Gostei da interpretação de John Glover e das cenas e situações nas quais ele estava envolvido. Os diálogos com Tess também foram muito bons. Bom lembrar que as atuações de ambos fizeram bastante diferença.

E aquele final, gente, alguém me explica? Que cena foi aquela? Ótimo cliffhanger que só será desvendado daqui a muitas semanas. Maldito hiatus!! #todosxinga

Por: João Paulo

Desperate Housewives, 7x16. "Searching"

Desperate Housewives é uma grande dramédia. Uma das melhores de todos os tempos. Quanto a isso não há dúvidas. Duvidosa mesmo era a fase pela qual a série ia passando. Uma sequência de episódios não muito bons e que não acrescentavam nada consistente à temporada e à própria série como um todo. Mas, depois desse episódio, eu digo que passou.

Não vou falar que foi um dos melhores da temporada, não acho que foi. Mas, mesmo assim, tudo caminhou muito bem e de uma forma mais do que satisfatória. Todos os núcleos estavam perfeitos e, claro, sincronizados. Vamos aos destaques em cada um deles, então.

Bree esteve em sua melhor forma desde o início da temporada. Livrar-se de Keith fez muito bem para ela e permitiu que a moça se envolvesse num plot mais do que legal. A dona-de-casa ficou envolta no problemão pelo qual Susan vem enfrentando e foi atrás de um doador de rim compatível com o da amiga. Foi de porta em porta, organizou uma festinha a fim de mostrar que doar não é tão difícil assim, mas no fim ela descobriu que ela própria e Beth eram doadoras compatíveis. Até estranhei a reação dela no começo, mas gostei da conversa dela e de Beth.

Lynette e Renee protagonizaram ótimos momentos. Muito legal ver essa ligação de amor e ódio das duas, mas com melhores amigos é sempre, mais ou menos, assim. Tudo bem que algumas coisas ali soaram meio forçadas, porém, como o resultado, no final, foi muito bom, não tenho nem que reclamar.

De fato, Gaby desta vez me deixou com raiva. Não gostei nem um pouco das atitudes dela com Juanita e, mais uma vez, ela provou só pensar nela. Depois de matar a filha de treinos para fazê-la sapatear, ela percebe que Juju (somos íntimos) não aprendeu muita coisa e esconde os sapatos da filha para a mesma não poder se apresentar. Depois ela se arrepende e blá blá blá. Só digo que isso cansa. Demais.


Enfim, o prêmio de melhor plot vai pra Beth, sem dúvidas. Gostei muito do desenvolvimento de sua história ao longo do episódio. Desde a tentativa dela de tentar voltar para Paul e descobrindo que ele matara mesmo sua tia, passando pela visita dela à mãe na cadeia e chegando ao derradeiro momento de sua morte, após falar que queria doar seu rim.

Pra falar a verdade, acho que ela fará falta sim, porém, a sua morte abre um infinito leque de possibilidades para o resto de temporada que ainda está por vir. Esperemos que os roteiristas o desenvolvam bem, pois, como sabemos, potencial há. E muito.

*Ainda dá tempo de votar no TVxSéries Awards, eu acho. Então, vá no link do ""prêmio"" aqui no canto e defenda sua série.

Por: João Paulo