domingo, 22 de agosto de 2010

TOP 10: Melhores aberturas de séries

10º lugar - Fringe



9º lugar - Grey's Anatomy



8º lugar - Modern Family



7º lugar - The O.C.



6º lugar - Friends



5º lugar - Life Unexpected



4º lugar - Damages



3º lugar - Pretty Little Liars



2º lugar - True Blood



1º lugar - Smallville

1ª temporada
2ª temporada
3ª temporada
4ª temporada
5ª temporada
6ª temporada
7ª temporada
8ª temporada

Por: João Paulo

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A Cura: 1x02 "Não é fácil entender a construção narrativa de A Cura."

Após um primeiro episódio de apresentação bastante complexo, porém cheio de nuances aprofundados e com seqüências ágeis, principalmente a partir da metade do episódio Piloto, a série global A Cura, de João Emanuel Carneiro teve seu 2º episódio exibido na última terça-feira e mostrou uma história bem construída, com uma narrativa contida e cheia de elementos complexos.

Se o primeiro episódio apresentou personagens e mostrou um mapa da história que seria contada, o segundo episódio mostrou uma veia diferente do autor que, ao contrário de todos os outros trabalhos, optou por uma narrativa mais lenta, porém muito mais aprofundada e complexa. Ao terminar o episódio desta semana o telespectador ficou com uma certeza: não é fácil entender a construção narrativa de A Cura.

Personagens extremamente complexos, com traços de personalidades que nem sempre combinam entre si, além de um roteiro que apresenta uma história não linear, indo contra toda a idéia de narração, e situações que sempre apresentam diálogos extremamente complexos foram marcos nesta semana. Ninguém é apenas o que parece ser. Dimas é um personagem tortuoso com uma história de vida complicada e muito sofrida, porém, o misticismo que gira em torno dele, a possibilidade de ser a reencarnação de um curandeiro e os conflitos que o perseguem, deixam-no extremamente sombrio em alguns momentos e cada texto que sai de sua boca vem com diversos significados e que podem tanto ajudar quanto complicar a interpretação do público.

Além disso, a história que corre paralelamente e mostra um personagem mau e que vive em outra época, porém na mesma cidade, torna tudo mais complexo. Afinal, qual a ligação entre ele e os dias atuais, onde de fato ocorre a história? Em que ponto da história as narrativas se encontrarão e formarão o elo? Essa é a pergunta que não sai da cabeça do telespectador e mantém o interesse constante pela história que é novidade no mundo das séries e um chamariz muito inteligente.

Não se pode abandonar ainda a interpretação de qualidade de todo o elenco. Se em 2009 a Globo surpreendeu ao mostrar uma série com formato teatralizado e um elenco perfeito com Som e Fúria, em 2010 a qualidade de elenco se repete em A Cura com todos muito afinados, inclusive o excelente elenco de atores mineiros. Porém, destaque mesmo para Selton Melo que vem fazendo um trabalho extraordinário, acima de qualquer comparação no ano.

A profundidade de A Cura a distancia completamente do modelo de dramaturgia da TV brasileira. O público foi acostumado a narrativas simples e histórias rasas, portanto, pode ocorrer que alguns telespectadores se afastem confusos. Porém, é esta a profundidade que falta para a TV e que leva muitos espectadores a procurarem produtos importados como as séries americanas. E em matéria de profundidade, complexidade e roteiro bem amarrado e intrigante, A Cura não fica atrás de nenhuma delas.

Por: Daniel César

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A Cura: 1x01 "De novo, João Emanuel Carneiro prova que é possível fazer televisão de qualidade"

Após dois anos e meio de expectativa o autor que revolucionou a forma de se fazer televisão na atual década retornou ao cenário na noite desta terça-feira. Trata-se de João Emanuel Carneiro, rei do horário das 7 ao conquistar audiências impressionantes com Da Cor do Pecado e Cobras e Lagartos e o mais jovem autor a ser elevado ao posto de exclusivo do horário nobre de novelas com a excelente A Favorita.

Desta vez, João Emanuel assina uma série. A Cura. Badalada muito antes de estrear, muito por conta do nome por trás do produto e também por ter o retorno de um dos maiores atores brasileiros que há muito se dedicava ao cinema, Selton Melo. Tanto se falou da série que a expectativa ficou quase insuportável, principalmente após iniciarem as chamadas durante os intervalos da Rede Globo.

Foi muita espera, mas valeu a pena. João Emanuel Carneiro mostrou no episódio de estréia que é capaz de se despir completamente dos vícios e linguagem de um novelista e escrever um roteiro de uma série de verdade. Sem seqüências ou diálogos folhetinescos a série mostrou toda uma estrutura seriada, coisa que a Globo busca há muito tempo e raramente consegue com suas produções que sempre caem no tom jocoso das novelas.

Em A Cura, Selton Melo é Dimas. Um jovem médico que retorna a sua cidade natal, Diamantina (MG) para trabalhar em sua profissão, porém, não será fácil, pois os fantasmas do passado o perseguem. Na infância, uma história mal resolvida dá conta de que Dimas foi responsável pela morte de um amiguinho da escola. Ninguém na cidade esqueceu o ocorrido mesmo sendo muitos anos depois e, no episódio piloto não há afirmações de como ocorreu o provável crime, apenas indícios de que o protagonista cortou o amigo em diversas partes.

A forma como esta história foi mostrada ocorreu de forma lenta e gradativa neste episódio. O telespectador foi se familiarizando muito mais com a personalidade dúbia e confusa do protagonista do que propriamente com o histórico de sua vida. A estratégia do autor, apesar de ser um risco porque poderia tornar tudo monótono, funcionou e levou o público a se interessar pelo drama do jovem médico.

Esta não é a história de A Cura. Este é o pano de fundo para a história principal. Ao que parece, Dimas é a reencarnação de um outro médico. Oto. Que viveu na década de 80 em Diamantina e realizava curas milagrosas nas pessoas. Dimas, aparentemente, conta com o mesmo dom e, por isso, sofre perseguições e vive de forma tão confusa. Para deixar tudo isso ainda mais complexo, o autor nos leva de volta ao tempo em 1766 e mostra a história de um personagem cruel, violento e mau, disposto a tudo para enriquecer através dos diamantes na terra de Diamantina. Já na estreia vimos o personagem defendido por Carmo Dalla Vechia matar o "compadre" pelas costas e cortar a língua de um escravo.


Como é marca registrada de João Emanuel Carneiro, em A Cura, tudo acontece muito rapidamente, portanto, não há tempo para diálogos superficiais e situações que tapam buraco no tempo. Todas as cenas foram muito importantes neste episódio de estréia e serviram para explicar o complexo quebra-cabeças que viaja no tempo e mistura medicina com curanderismo, fé e dramaticidade, tudo em um mesmo caldeirão de muita qualidade.

Se João Emanuel Carneiro é capaz de inovar em novelas, ele provou neste episódio que também o é em séries. Texto primoroso e diálogos complexos, e muitas vezes que passavam desapercebidos pelo telespectador menos atento. Assistir A Cura, aparentemente, será um exercício mental que exigirá muita atenção para ligar tantos pontos que parecem soltos, mas que claramente se unem em determinado ponto da história. Mais do que isso, na série, João Emanuel Carneiro vai ainda mais longe do que já havia ido em A Favorita, quando criou protagonista e vilã que ninguém sabia ser quem. Agora, JEC resolveu criar uma história não-linear no melhor estilo Machado de Assis. E com competência.

Destaque também para a coragem do autor, que já havia dado uma "banana" para o Ministério Público em A Favorita. A Cura mostrou cenas fortes e que raramente são vistas na TV brasileira, mas tudo com o bom gosto e qualidade que são marcas registradas do excelente diretor Ricardo Waddington. Graças a ele, o genial texto tomou forma e foi muito bem construído na tela.

No elenco, não houve destaques negativos, exceção feita a Carmo Della Vechia que não convenceu ainda como o provável vilão da história - se é que seja possível uma história não linear ter um vilão - porém, o grande destaque fica por conta de Selton Mello que, em poucas cenas já mostrou ser realmente um dos grandes atores do Brasil. Uma composição primorosa de seu personagem Dimas e, apenas com um olhar, ele é capaz de transmitir toda a sensação que a cena exige. Um baita talento.

Após este primeiro episódio que, trouxe de volta os geniais ganchos de João Emanuel Carneiro, a sensação do telespectador é de "que chegue logo a próxima terça" porque esperar mais sete dias para assistir novamente A Cura, não será fácil. E, de novo, João Emanuel Carneiro prova que é possível fazer televisão de qualidade.

Em tempo: A Cura estreou com 19 pontos de média, segundo a prévia, com um excelente pico de 22 pontos. Estreou registrando 02 pontos a mais na média que sua antecessora, Na Forma da Lei.

Por: Daniel César

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

TOP 10: Melhores temporadas da fall-season 2009/2010

Todas as listas sempre que são feitas correm o risco de ficarem injustas. Afinal, muito do que se analisa é algo individual e com um conhecimento subjetivo do criador ou criadores da tal lista. Esta, não tem e não terá a pretensão de ser melhor ou pior que qualquer outra, porém, tenta apresentar com elementos aprofundados as 10 melhores temporadas do período 2009/2010. Vamos a lista:

10º lugar: 24 Horas

A despedida de Jack Bauer evidentemente não poderia ficar de fora desta lista. Se em outras temporadas, a série revolucionária que mostrava a vida de um Agente americano em tempo real, mereceu o topo de listas parecidas como a melhor temporada do ano, em 2010, no fechamento do ciclo Jack Bauer a pegada não foi a mesma. Apesar de um início impressionante e de um final cheio de emoção e com a última cena de deixar qualquer fã de lágrima nos olhos, a temporada teve altos e baixo, mas mesmo assim conseguiu fechar a lista.


9º lugar: Lie to Me

A inovação em forma de série. Lie to Me apareceu para o mundo com uma interessante proposta de mostrar policiais que analisam os casos baseados em estudos científicos que mostram que todos apresentam dicas e sinais no próprio corpo de quando estão mentindo. E, com esta premissa, a temporada nos envolveu do primeiro ao último episódio. Cheia de ingredientes para atrair o público, desde ação, mistério, mortes até muito, muito bom humor. Por isso seria impossível pensar em melhores temporadas neste ano sem remeter a Lie to Me.


8º lugar: Parenthood

A dramédia que substituiu Gilmore Girls em meu coração. Evidente que é cedo para tratar de Parenthood como a substituta da série mais cool da história, porém, a primeira temporada foi divina. Com elementos de humor bem diferente do que estamos acostumados, sem muita agilidade, sem cortes rápidos, mas com diálogos e situações realmente deliciosas, a série conquistou o telespectador logo de cara. Para muitos, ao terminar o episódio Pilot, a impressão que se tinha era de ver uma nova versão de Brothers and Sisters, mas o que se viu ao longo da ótima primeira temporada, é que Parenthood é muito, muito melhor e por isso figura na lista.


7º lugar: Damages

A temporada (quase) final de Damages também não poderia ficar de fora nunca. Apesar de ter caído consideravelmente em qualidade na 3ª temporada, a série querida de muitos e que apresenta Glenn Close num dos papéis mais geniais entre mulheres, continuou forte, com excelente pegada e mostrando que é possível criar uma série com um tema como o poder judicial tão batida, e ainda assim manter a qualidade, inovar e apresentar um dos melhores textos dos últimos anos. E o que é a interpretação de Glenn?


6º lugar: The Closer

A delegada Brenda Jhonson aparece todos os anos na lista de melhor personagem e isso é realmente importante. The Closer se tornou a ponte de salvação da TNT americana, pois é a única série a realmente dar uma audiência satisfatória. A série já passou por todos os períodos prováveis ao longo de suas 7 temporadas e ainda assim não perde em nenhum episódio o frescor e a inovação de mostrar policiais simples, e não FBI, nem CIA, combatendo o crime comandando por Brenda, a delegada mais divertida e genial que o mundo da série já teve notícias. E ainda é viciada em chocolates. Tem coisa mais deliciosa que isso?


5º lugar: Supernatural

Os irmãos Winchester passaram por tudo em 5 temporadas. Mas especialmente nesta 5ª temporada os roteiristas surpreenderam os fãs, mostrando um enredo incrível, muito bem amarrado e conseguindo dar sobriedade e realismo ao apresentar o Apocalipse. Anjos, demônios e o próprio Lúcifer pôde ser visto na TV durante os episódios desta temporada. E tudo com muita precisão, sem cair no clichê e, principalmente, fugindo do estilo trash de se fazer séries de suspense. Por isso merece estar na lista.


4º lugar: True Blood

A melhor série de vampiros que o mundo se tem notícias. True Blood sempre zombou com o mito do vampirismo. Nunca mostrou vampiros bons ou maus, ao contrário, mostrava todos eles insanos e sexualmente doentes com uma gula excessiva pelo sexo e prazer. A mais recente temporada teve uma pequena queda em virtude dos episódios finais, mas nada que tirasse o brilho da série que se tornou Cult no mundo da TV e deixou críticos de cabelos em pé pela agilidade do texto. Se existe uma lista de melhores séries, True Blood precisa aparecer em qualquer situação.


3º lugar: The Good Wife

A série é arrastada? É. A temporada em determinados momentos foi cansativa? Foi. Então por que The Good Wife aparece na lista? Simples. Porque não houve nesta temporada nenhuma série capaz de produzir um texto tão genial e diálogos tão dramáticos como os produzido por The Good Wife. Uma primeira temporada redonda, inteligente, sagaz e que obriga o telespectador a pensar, pois cada texto é repleto de significados que pode levar para qualquer lugar, conforme sua interpretação. Merece estar na lista e tão bem colocada quanto está.


2º lugar: Lost
Muitos se frustraram com a última temporada de Lost. Não eu. Para mim a série respondeu todas as questões importantes e mostrou, afinal, que Lost nunca foi uma série de mistério ou de ficção científica, mas sempre foi sobre relacionamentos humanos. Numa impressionante seqüência de episódios acima da média e com um Series Finale de tirar o fôlego, Lost merecia estar no topo desta lista, não está por um simples motivo que você saberá em breve. Mas consegue, após 6 temporadas, aparecer em 2º lugar no ano e como a mais revolucionária entre todas as séries.


1° lugar: Modern Family

Se fazer humor não é tarefa fácil. Fazer humor de qualidade é tarefa quase impossível. Muitas tentam, poucas conseguem e a maioria não apresenta nada de novo, somente o mesmo humor velho e cansativo, as mesmas piadas batidas e clichês por todos os lados. Não Modern Family. Disparada a melhor temporada entre todas as séries de humor que o mundo já viu, a série preza sempre pelo bom gosto. Texto inteligente, situações que não passam nem perto do pastelão e que, mesmo assim, conseguem tirar o fôlego do telespectador de tão engraçada que são tornaram-se marcas desta série que já conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo e a liderança desta lista.

Por: Daniel César

sábado, 7 de agosto de 2010

Cinco séries que eu deveria assistir

Sabe aquela série que todo mundo te recomenda mas você sempre fala que "vai adicioná-la na lista de espera"? Pois é, a partir do momento que você tem amigos que são tão seriadomaníacos quanto você, não adianta, as recomendações de séries "espetaculares" vêm e vão... Algumas você adere e outras você ignora. Abaixo, uma lista das séries que mais me recomendam e que até hoje eu não comecei a ver:

5º lugar: Skins

Pelo que me dizem, Skins se resume a duas palavras: "sexo e drogas" (se não for isso, é só vocês me corrigirem). Parece ter um dinâmica legal, histórias bacanas, mas... sei lá... não me atrai. Quem sabe um dia, né?

4º lugar: Dexter

"A série mais genial depois de 'Lost'", ahhhh, vê se me erra, vai! A série deve ser boa, mas odeio séries que todo mundo aclama e puxa o saco. Acho que é por isso que não assisti a Dexter até hoje.

3º lugar: Damages

Essa eu quero muito ver o mais rápido possível! Sério mesmo, parece ser fodástica! Minha atenção por séries jurídicas, depois que eu comecei a ver The Good Wife, cresceu muito, e essa parece ser uma boa pedida. Todos que a veem, a elogiam.

2º lugar: House

Séries médicas não são tudo nessa vida mas House parece ser boa. Não começo a assistir por preguiça mesmo. 6 temporadas é muita coisa! Precisa tempo - tudo o que não tenho agora. Em breve, muito em breve.

1º lugar: Friends

Ah, sim. A série que teve o episódio de maior audiência da década na tevê americana. A série que é apontada como a melhor comédia de todos os tempos... Tenho que ver porque as risadas, ao que parece, são garantidas. E uma boa comédia é sempre bem vinda, né.

Por: João Paulo

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

E a ansiedade só aumenta...

A sempre talentosa Eva Longoria anda postando fotos da 7ª temporada de Desperate Housewives em seu Facebook. E estas fotos só fazem a ansiedade para a próxima temporada chegar logo. Visto que, INFELIZMENTE, ela pode ser a última temporada da série, a tristeza também vai, aos poucos, chegando. Mas falemos de coisas boas, né?As fotos, como eu já disse, foram todas divulgadas no twitter/facebook da atriz e mostram os bastidores das gravações da série e dos promos. Abaixo:

RT @EvaLongoria: On set with my lil angel of a daughter Madison!


RT @EvaLongoria: On set of our new Desperate Housewives promo shoot! Season 7 y'all!


RT @EvaLongoria: Shooting DH promos!


RT @EvaLongoria: Do ya think I'm a Desperate Housewife? Cooking and getting my hair
colored at the same time! Ha!


RT @EvaLongoria: On set with all the Desperate Housewives!


RT @EvaLongoria: With @reallymarcia on set!!!
"Com a @reallymarcia no set!!!"


RT @EvaLongoria: On set with the girls! @reallymarcia and teri and felicity and
vanessa! Season 7 baby!

***

Agora só nos resta esperar e torcer para que o dia 26 de setembro chegue logo!

Por: João Paulo

domingo, 1 de agosto de 2010

Novidades da 3ª temporada de 'Castle'

"Castle", série estrela por Nathan Fillion (Firefly, Desperate Housewives) e Stana Katic, estreia sua 3ª temporada no dia 20 de setembro e, com ela, muitas novidades vêm por aí.

Já se sabe que Rick Castle vai ter mais uma preocupação na nova temporada: sua filha irá namorar (sério dessa vez). O ator que vai interpretar o 'genro' do escritor já está sendo, inclusive, procurado. Ele será recorrente na próxima temporada.

Falando em relações familiares, já é certo que algum 'familiar' de Castle vai morrer: Chet, namorado da mãe do escritor, Meredith, primeira esposa de Richard e mãe de Alexis, ou Gina, segunda esposa do romancista.

A nova temporada vem também com uma grande novidade. Além dos casos de todos os episódios, como já estamos acostumados, ela terá um serial killer que vai dar trabalho para Castle e Beckett. Ele estará presente durante toda a temporada. "Nós estamos criando um incrível e manipulador vilão que vai escapar e se tornar o espinho para eles. Ele terá um delicioso apelo ao estilo Hannibal Lecter”, disse Andrew Marlowe, criador da série.

Abaixo você confere um vídeo da nova temporada:



(este post será atualizado sempre que algum novo vídeo da série surgir. fique ligado!)

Por: João Paulo